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Existe mesmo rejeição de implante dentário? Nós explicamos!

Tempo de leitura 9 min

Muitos pacientes chegam ao consultório com a mesma dúvida: é possível haver rejeição de implante? Para acabar com a sua inquietação, este texto explica por que a pessoa não corre tal risco ao fazer o procedimento, além de desmistificar os sintomas de rejeição de implante dentário e detalhar quais são as principais técnicas de implantação para ter novamente um sorriso harmônico.

Além disso, entenda no conteúdo a seguir o que é o implante dentário, para quem é ele indicado e quando ele deve ser utilizado. Descubra, por último, porque o acompanhamento profissional reduz bastante o risco de falhas durante o processo. Comece a leitura agora mesmo e tire todas as dúvidas sobre esse assunto tão importante.

O que é implante dentário?

Antes de partir para outros pontos, compreenda que os implantes dentários são estruturas feitas normalmente em titânio para substituir dentes perdidos na arcada. Os suportes são colocados no osso maxilar, o qual fica localizado sob a gengiva.

Existem três tipos de implantes. Veja abaixo a descrição de cada um deles:

  • implante ósseo integrado: é inserido no osso maxilar e tem um período de integração ao organismo que pode variar de 4 a 6 meses após a cirurgia. Depois da recuperação, o paciente passa por um novo processo operatório para colocar um dente artificial sobre a peça e ajustar a gengiva à prótese;
  • prótese protocolo: prótese total feita em resina ou porcelana e fixada em implantes (em média, de quatro a oito peças) para recuperar vários dentes perdidos. Apenas parafusada e retirada pelo dentista, a técnica é uma opção para quem quer deixar de usar dentadura, mas exige um cuidado especial, com limpeza diária para evitar desgastes;
  • prótese overdenture: o nome difícil nada mais é do que uma prótese total removível em cima de implantes, o que a difere do tipo protocolo. Feita sobre uma quantidade inferior de peças (de dois a seis, em geral), ela é moldada em resina e tende a ser mais barata do que o protocolo. Como o paciente pode retirar o material, a higiene é facilitada.

Em todos os casos, o implante traz muitos benefícios à saúde bucal das pessoas e, após a cirurgia e o cuidado com o pós-operatório, o resultado deverá apresentar um aspecto natural, e o melhor, restabelecendo as funções da boca.

Para quem é indicado e quando fazer o implante?

Se você tem dúvidas sobre quem deve utilizar implantes dentários, a resposta é simples: casos de extração, fraturas, traumas e doença periodontal em estágio avançado, nos quais há o total comprometimento da dentição, podem ser tratados com a implantação. No entanto, é sempre importante lembrar que o diagnóstico e o tratamento adequado dependem da observação clínica do dentista.

Até mesmo quem usa dentadura pode colocar um implante, desde que a saúde do osso seja compatível com a cirurgia. Caso haja pouca estrutura óssea para a implantação, pode-se alocar os pinos na região óssea da “maçã” da face (parte chamada tecnicamente de zigomática) ou realizar um enxerto.

Por que fazer o procedimento quanto antes?

Se o seu dente caiu por alguma razão, é importante procurar o dentista o mais rápido possível para saber se existe a indicação de implante dentário. Como a perda dental desencadeia uma série de processos fisiológicos na boca, o tempo agirá sobre a reabsorção óssea, o que desarmoniza as funções bucais e pode levar a sérios riscos ao corpo.

Por isso, agir prontamente não apenas preserva a estrutura óssea necessária para o implante, mas também contribui para a restauração eficaz das funções mastigatórias e estéticas, prevenindo complicações no longo prazo.

Existem contraindicações para o método?

O tratamento com implante é indicado para pacientes com perda dental, porém, se a pessoa tem problemas no coração ou sofre de diabetes, é preciso que essas doenças estejam controladas antes de iniciar o processo estético/funcional.

Também se recomenda que a técnica seja realizada após o crescimento ósseo, cujo término (atestado por exames odontológicos específicos) se dá aos 17 ou 18 anos de idade em mulheres e de 18 a 19 anos nos homens. Por fim, ao longo do tratamento, não se recomenda fumar, pois o fumo aumenta a possibilidade de infecção e torna a cicatrização dos tecidos mais lenta.

O corpo pode rejeitar um implante dentário?

Não precisa se assustar! A ideia de que o corpo rejeita o implante é um mito. Vamos explicar.

A implantação pode não dar certo por problemas na cirurgia ou no pós-operatório, mas o implante, feito de titânio, não é rejeitado pelo corpo. Isso porque esse material é biocompatível, o que significa que não é reconhecido pelo organismo como uma substância estranha. Portanto, o corpo não desencadeia uma resposta imunológica que resultaria na rejeição do implante.

Além disso, vale comentar que os implantes dentários não causam problemas na gengiva. A inflamação na gengiva ocorre por bactérias e falta de cuidados com a higiene. E aqui está o pulo do gato: quem coloca implantes precisa manter a boca saudável e visitar o dentista regularmente, para garantir que tudo está em ordem.

Quais são os cuidados para garantir o sucesso do implante?

Nós sabemos que a preocupação em fazer com que o procedimento dê certo é real. Por isso, é importante entender que a segurança desse processo depende bastante da clínica e do especialista responsável pelo implante. Afinal, erros na cirurgia ou no pós-operatório podem causar problemas.

No entanto, outros cuidados também são importantes. Veja agora algumas orientações para ter um implante dentário saudável e sem quaisquer complicações!

Mantenha uma higiene oral rigorosa

Antes e depois do procedimento de implante, é necessário que você escove os dentes regularmente, use fio dental e enxaguante bucal. Durante o processo de cicatrização após o implante, redobre a atenção com a limpeza do seu novo sorriso.

Faça consultas regulares ao dentista

O acompanhamento profissional é vital para identificar e corrigir eventuais problemas precocemente. Assim, toda a sua experiência será assistida e melhorada. O dentista é um dos melhores amigos da sua boca: mantenha o contato mesmo após a cicatrização!

Evite hábitos nocivos

Abstenha-se de hábitos prejudiciais, como fumar e consumir álcool em excesso. Esses comportamentos, além de causarem danos à sua saúde como um todo, podem comprometer a cicatrização do implante e a saúde geral da boca.

Cuide da sua dieta

Mantenha uma alimentação balanceada e evite alimentos muito duros ou pegajosos durante o período de recuperação. Opte por opções nutritivas que não causem desconforto ao mastigar.

Siga as orientações pós-operatórias

Obedeça rigorosamente as instruções pós-operatórias fornecidas pelo seu dentista. Isso inclui evitar esforços físicos excessivos, descansar adequadamente e tomar os medicamentos prescritos conforme orientação.

O que fazer caso eu perca um dente implantado?

A perda de um dente implantado pode gerar preocupações, mas é importante abordar o tema com calma e buscar orientação profissional. Em casos raros, podem ocorrer complicações que levam à falha do implante, mas é crucial entender que existem medidas apropriadas a serem tomadas em situações como essas. Entenda mais a seguir!

Entre em contato imediatamente com o dentista

Se a perda do dente implantado ocorrer, a primeira e mais importante ação é entrar em contato imediatamente com o dentista responsável pelo procedimento. O profissional avaliará a situação, podendo solicitar exames adicionais, como radiografias, a fim de entender as razões por trás da falha.

Evite tentativas independentes de correção

É crucial resistir à tentação de tentar corrigir a situação de forma independente. Mexer no implante ou tentar reinstalá-lo sem a orientação do dentista pode agravar a situação e comprometer ainda mais a integração do implante ao osso.

Siga as orientações do dentista

Após entrar em contato com o dentista, siga rigorosamente todas as orientações fornecidas. Isso pode incluir agendar uma consulta de emergência, seguir um protocolo específico de cuidados ou, em alguns casos, realizar exames adicionais para avaliar a condição do osso e dos tecidos circundantes.

Por que contar com a ajuda do especialista?

Você percebeu o quão necessário é o acompanhamento do dentista para o tratamento mais adequado. Da primeira consulta (na qual são feitos os exames e o diagnóstico oral) ao pós-operatório, esse profissional será responsável por observar a disfunção e planejar uma forma de resolvê-la, de maneira que você volte a sorrir sem medo e mantenha o corpo saudável.

Por isso, é importante que você escolha o melhor dentista para fazer implante dentário. É essencial buscar profissionais qualificados e com experiência comprovada em implantodontia. Verificar as credenciais acadêmicas e a participação em cursos de atualização na área é um bom indicativo da expertise do dentista.

Considere também conversar com pacientes anteriores do profissional e perguntar mais sobre as experiências com o dentista. Vale a pena também observar a transparência, a comunicação clara e a atenção às suas preocupações na primeira consulta.

Neste artigo, você entendeu o que é implante dentário, para quem o procedimento é indicado e quando realizar esse procedimento para suprir a perda de dentes — a depender do caso, pode-se colocar implante ósseo integrado e prótese protocolo ou overdenture. Além disso, ficou por dentro dos processos que devem ser adotados para o corpo aceitar bem a peça, que tende a se integrar ao osso para receber a nova dentição.

Agora que desmitificamos as informações sobre os sintomas da rejeição do implante dentário e mostramos qual o papel do especialista nesse tratamento, entre em contato com a OdontoCompany e marque a sua primeira avaliação com os melhores profissionais do país!

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