Restauração amálgama: saiba por que não é mais usada

Tempo de leitura 3 min

A ação de cárie e os traumas externos prejudicam a dentição e implicam, normalmente, em um tratamento odontológico para restaurar a parte danificada do dente. Nesse sentido, hoje, a restauração de amálgama deixou de ser uma técnica usada pelos dentistas no país para tratar disfunções no sorriso, pois tem mercúrio em pó na sua composição.

Neste post, entenda o que é exatamente a amálgama, quais são os danos que esse material pode causar ao organismo — como intoxicação e hipersensibilidade ao mercúrio — e por que pacientes com restauração de amálgama devem trocá-la por um tratamento saudável. Continue a leitura!

O que é e de que material a liga de amálgama é feita?

Você deve estar se perguntando o que é, exatamente, a amálgama, certo? Em resposta à questão, é possível afirmar que se trata de uma liga metálica comumente conhecida. Ainda, que é um material, formado pela junção de mercúrio, estanho, cobre, limalha de prata e foi bastante utilizado no século passado para preenchimentos e restaurações odontológicas, devido à sua resistência e longevidade.

Afinal, por que o material não é mais utilizado na odontologia?

Apesar de ser muito resistente a impactos externos e durar anos em restaurações dentárias, a amálgama foi proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Desde 1º de janeiro de 2019, o órgão não autoriza a comercialização, a fabricação ou a importação do material, uma vez que o mercúrio em pó, componente dessa liga metálica, é prejudicial à saúde bucal das pessoas.

Quais são os danos que a amálgama pode trazer aos dentes?

Até aqui, você sabe que a amálgama está proibida em procedimentos odontológicos no país, mas entende quais são os motivos pelos quais o material não deve ser usado em tratamentos bucais? Veja, a seguir.

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Intoxicação

O mercúrio presente na amálgama pode provocar intoxicação quando o paciente engole fragmentos dessa substância ou no momento em que o metal é absorvido pelos tecidos bucais. Ainda, em contato com o organismo, o componente tóxico pode danificar o metabolismo das células e causar danos a diversas partes do corpo.

Hipersensibilidade ao mercúrio

Restaurações de amálgama também podem provocar hipersensibilidade ao mercúrio, com o passar do tempo. Nesse caso, o paciente costuma sofrer com o aumento de irritações nos tecidos bucais e o quadro pode piorar caso haja intervenção com coroa odontológica sobre uma restauração dentária feita de liga metálica.

Por que a troca da amálgama é necessária?

Devido aos efeitos negativos do mercúrio para o organismo, a recomendação para quem já tem uma restauração dentária com essa liga metálica é trocar a peça, substituindo-a por uma que não coloque a sua vida em risco, sendo confeccionada com porcelana, ionômero de vidro, ouro ou outros componentes.

Em todo caso, é importante consultar-se com o dentista regularmente, pois, assim, o profissional consegue acompanhar a sua saúde bucal e, se for o caso, trocará a restauração dentária nociva por um tratamento eficaz e seguro.

Pronto! Agora, você sabe o que é restauração de amálgama e por que o material já não é mais usado pelos cirurgiões-dentistas. Então, não deixe de fazer a higiene bucal diariamente e visite, sempre que possível, uma clínica para melhor avaliar o seu estado de saúde.

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